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Tudo Mesmo o que me Apetecer

Local para debates, trocas de opiniões, sem constrangimentos ou filtros! Obs.: Em caso de dúvida, a identidade de género, diz que sou uma "menina"...

Tudo Mesmo o que me Apetecer

Local para debates, trocas de opiniões, sem constrangimentos ou filtros! Obs.: Em caso de dúvida, a identidade de género, diz que sou uma "menina"...

Cambada de .... Fico fula!

Novembro 28, 2018

Tudo Mesmo

De acordo com o Expresso Diário online, nº 1337 de hoje, e notícia de Paulo Luís de Castro:

"Há dez anos que cada português anda a dar 15 euros por mês para salvar bancos
Entre 2008 e 2018 o Estado já socorreu cinco bancos. Quanto dos nossos impostos já foram gastos? Quanto já se recuperou? E o que aconteceu aos banqueiros acusados de crimes graves? As respostas estão no episódio de hoje da série 2:59, jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o mundo."

 

No meio de tanta taxa, imposto e o nome que os Contabilistas querem dar, mexem na minha conta, e ... faz "cara alegre".

Se eu dever algo ao Estado sou processada, levada a tribunal e ainda tenho que pagar as custas do processo.

A "estrada" só tem um sentido, é?!

" Coscuvilhices ilimitada "

Novembro 27, 2018

Tudo Mesmo

Nunca fui de coscuvilhar a "vidinha" dos outros/as. Foi assim que fui ensinada, e diga-se de passagem, muito bem. Se me dizem é porque querem fazê-lo, seja por que motivo. As pessoas têm direito à sua privacidade. O que é que me interessa a "Rica Vidinha" que têm? Acrescenta algum valor (e, não estou a falar monetário) à minha humilde pessoa? Não. Quero lá saber se foram de férias para a Lua (eu hei-de ir para Marte, não se esqueçam...), se estiveram com o namorado, com o gato (não, não tenho nada contra os outros animais), levaram a Sogra (não, não tenho nenhuma) ou se fizeram pesca submarina!

No entanto, há alminhas por aí que são piores que a Inquisição, que querem saber tudo, não interagem, mas adoram fazer "Contos e ditos" e ter o "jornal" sempre em dia. E, agora até há jornais, revistas, sites onde podemos ter toda a informação ao minuto.

Portanto, deixo a sugestão: Às pessoas que se dedicam à coscuvilhice, vão "ver se está a chover do outro lado da rua".

A minha praia …. É pedir muito ?

Novembro 26, 2018

Tudo Mesmo

A propósito de uma carta escrita por Ambientalistas, ao Ministro, sobre a venda da Comporta…

Gosto de praia, tanto de Inverno como de Verão. De Inverno, é fácil, embrulhar-me como uma “cebola”, fugir para um pontão ou areia e ficar por ali, até sair enregelada.  De Verão, sou pior que as crianças: aí vou eu ! É bem fácil às 07am já lá estar! Cada estação tem as suas particularidades.

Tenho um senão: tenham lá a santa paciência, mas não vou nada “ à bola “ com:

  • Praias de Moda e Elitistas, onde encontro a “família Tios e Tias”;
  • A última toilette que saíu nas revistas da moda e que todas/os devem usar;
  • Local preferido pelas “Ilustres Alminhas Famosas/os”, e claro lá vai meio mundo, para tirar as fotos da prova: Eu fui lá, viste, viste?!

Praias sossegadas, tranquilas, onde não vão falar “estrangeiróide” para dar nas vistas. Essas sim, são a minha “onda”. Sem vigilância, onde tenho que andar por meio de dunas e picos, rebentar os chinelos e depois olha, o caminho inverso logo se vê!

Compreendo perfeitamente que temos que nos modernizar, ver do ponto de vista financeiro o desenvolvimento de algo que ainda nos podemos dar ao luxo de meter uns €s no PIB: O Turismo.

O nosso litoral e o Sol que ainda não nos abandonaram devem ser aproveitados.

Temos, no entanto, que pensar com que objectivo o vamos fazer e não pode ser feito de ânimo leve, caso contrário a história repete-se.

Quando era miúda, fui durante muitos Verões, com a família, para as praias não vigiadas do Sul, Algarve. Não, não sou milionária e evitam de vir com comentários impróprios para menores, sim?! A viatura ficava na estrada algures, e lá íamos nós estilo “cabras”, pelo meio das dunas. Passámos belos dias, em águas límpidas, em areia, sem beatas ou plásticos. Trazíamos o nosso saco com o lixo. Recarregávamos as nossas “baterias” para um ano de trabalho. 

Claro, começaram empreendimentos por tudo que é local, moradias, condomínios de luxo ou não, turistas com dólares, e o Sul do Algarve virou “retiro de luxo”. Acabou-se o sossego! “ Ná “ para mim não serve. Não critico quem o faça, mas eu não sou assim! Quero lá saber se a cor do biquini conjuga com a cor do cabelo!

As praias não vigiadas da Comporta ainda são desses locais, tranquilos, calmos, onde posso descansar da rotina diária, sem modernices, luxos ou encontrar a “Tia” porque não quis andar meia hora no meio dos picos. Eu não quero saber de “ostentação” balnear!

Eu quero uma praia. Ponto final.

Agora já sabemos....

Novembro 25, 2018

Tudo Mesmo

Foi com todo o gosto que fui informada pela Ana do que nos tinha acontecido:

Em destaque no "Opinião & Blogs" do Sapo.

Quanta honra! Nós as duas, sentimo-nos como se tivéssemos ganho o Prémio Nobel da Literatura, dezembro 2018.

Resssalvo em nome das 2 que já estamos a ver os horários dos voos para Heathrow, de forma a que possamos receber o prémio, em mãos, entregue pela Raínha.

Caso não seja muita maçada, agradecemos uma semana, antes do Natal.

E, claro, Obrigada a todos os "Sapinhos/as" pela paciência com que, pelo menos a mim, me "aturam". 

 

Estão sós, mas...

Novembro 25, 2018

Tudo Mesmo

https://ionline.sapo.pt/635763

Acabei de ler este arigo que dá uma ideia de até onde o nível de audiências pode chegar, com base em falta de "pessoas" para se poder interagir. Por mim, estou-me positivamente a borrifar se o programa dos "nus" vai resultar ou não.

A empatia ou química que na realidade tem que existir para no mínimo podermos, no mínimo, falar uns com os outros, está a "descer" de nível. Tudo é plausível e permitido.

As pessoas inscrevem-se em sites de encontros porque estão sós. Sim, há pessoas nessas situações, mas também, de certeza, deve haver outras que lhes dá "gozo" fazê-lo. Conhecer o outro dá trabalho. São anos. E, é muito mais fácil, mudar para a "porta" ao lado do que minimamente estar interessado/a na outra pessoa, com todo o seu lado positivo e negativo.

E, continuamos a "descer" na forma de estar, de nos relacionarmos com os/as outros/as até aonde? Qual o limite? Queixamo-nos, mas os programas tv são uma imagem da nossa sociedade.

E se...

Novembro 25, 2018

Tudo Mesmo

deixássemos de utilizar as redes sociais?

Tenho um amigo que o deixou de fazer. Tudo cancelado. Cansou-se de comentários insultuosos (mesmo com o tema mais banal), de publicidade, quer em anúncios, quer em bloggers de culinária ou de viagens, de estar a escrever para a "parede".

Quem lucra com as redes sociais, perdeu um aderente.

Vai dedicar-se ao que gosta de fazer, à vida que tem e como diz o outro logo se vê. 

 

Escritor Fantasma...

Novembro 24, 2018

Tudo Mesmo

Tema de debate em conversa de almoço:

"Escritor Fantasma"

Até que ponto, serias capaz de escrever, sobre um tema qualquer: viagens, culinária, extraterrestres, o que fosse, de forma anónima, mas que possas influenciar quem lê e, ao mesmo tempo, seres pago?

Na prática influencias ou não?

As tuas palavras iriam criar opiniões ou até mesmo decisões.

Claro que sim!

Touradas à portuguesa...

Novembro 24, 2018

Tudo Mesmo

Nunca gostei de touradas. Não acho a mínima graça a espetar um animal vivo e fazer disso uma festa. Já sei, é uma tradição do tempo da "Maria Francisca", há toda uma envolvência histórica que faz com que aficionados encham as Praças de Touros deste País. Está no direito deles/as.

Continuo a não gostar. Fujo desse enquadramento. 

Está no meu direito. Algures no meio desta forma de estar, não podemos agradar a Gregos e a Troianos. Ou gostamos ou não. Ponto.

Arranjar formas de "touradas sem sangue" é uma forma de "me" manter no meio da balança, sem oscilação! O ficar "no meio", é pior do que seguir uma das vias, sem dúvida! Há que assumir, não?!

 

Faz aquilo que eu faço…

Novembro 23, 2018

Tudo Mesmo

Faz aquilo que eu faço…

De acordo com a “educalingo” e cito: 

“A onipresença ou omnipresença é a capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Em teologia, a onipresença é um atributo divino segundo o qual Deus está presente em todos os pontos da criação.”

Desconhecia de todo que este atributo estava a atingir o “comum dos mortais”, como os/as Deputados/as da Assembleia da República.

Fico satisfeita.

A ser verdade, mais 2, neste caso José Matos Rosa e Duarte Marques. 

Quando esta forma de estar, se propagar para o exterior, pode ser que eu consiga estar de férias na Gronelândia, trabalhar, fazer as compras e quem sabe ir para Marte de vez, para não me estalar o verniz.

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